BGM pediu carta branca à PMM para dar “mixaria” ao Baraúnas

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O banco BMG de besta não tem nada. A sua cúpula exigiu uma carta branca da Prefeitura de Mossoró para “explorar” o seu quadro de funcionários em troca de um patrocínio “mixaria” (talvez alto para a realidade local) para o Baraúnas.

Para que o tricolor mossoroense recebesse entre R$ 200 mil e R$ 300 mil, o BMG exigiu até que o Município criasse uma Lei permitindo que ele pudesse oferecer seus serviços de crédito (cartão, empréstimo, entre outros) aos funcionários municipais. Isso sem a Prefeitura de Mossoró levar um tostão.

Não custa citar que a Prefeitura de Mossoró “vendeu” a sua folha de pessoal por mais de R$ 7 milhões à Caixa Econômica Federal. A Procuradoria do Município informou que a lei proposta pelo BMG não era ilegal, mas atender aos anseios do banco mineiro seria, no mínimo, antipático com a Caixa, diante do volume de recursos que este dispôs ao Município.

Uma coisa é certa: o BMG não acredita que terá retorno investindo no Baraúnas, se acreditasse não faria tal exigência descabida.

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TJRN tem 800 policiais a sua disposição

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Enquanto o povo clama por mais policiais nas ruas e não recebe uma reposta, o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN) conta com nada mais, nada menos que 800 policiais a sua disposição. A informação foi repassada ao Blog por um membro da alta cúpula do Governo do Estado, que pediu para não ser identificado.

Enquanto isso, o comandante do 12° Batalhão de Polícia Militar (12° BPM), Major Correia Lima, reiterou mais uma vez, ontem, que não reforça o policiamento nas ruas e nos municípios por falta de efetivo.

A pergunta que deve ser feita é: existe necessidade de tantos policiais ficarem a serviço exclusivo do TJRN, ao mesmo tempo em que a criminalidade se esnoba nas ruas do Rio Grande do Norte?

TJ

Se não cessarem a corrupção, a conta nunca vai bater

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A crise econômica do Estado e Municípios não tem data para acabar. Na verdade, ela nunca acabará se o problema responsável por criar esse cenário não foi cessado. Podem até dizer que a crise é fruto da queda de arrecadação, da redução no repasse do FPE e FPM e, até mesmo, do aumento dos gastos públicos. Realmente, tudo isso corrobora, mas nada é mais falível para os cofres públicos do que a corrupção. A arrecadação pode aumentar aos montes e os gastos reduzidos ao mínimo, mas se a corrupção não for cessada, a conta nunca vai bater.

Podemos citar como exemplos de corrupção o superfaturamento dos serviços públicos, o pagamento de super salários injustificáveis e de servidores públicos que há tempos não aparecem no posto de trabalho nem para bater o ponto. Segundo um integrante do alto escalão do Governo do Estado, a folha de pagamento do Estado tem todo tipo de servidores fantasmas, os que moram aqui, fora do RN e, até mesmo, no exterior. Exemplos não faltam. Um médico que cumpre plantão no Hospital de Angicos cumprindo residência médica em São Paulo; a assistente social que recebe por plantão sem nunca ter “aparecido” no Tarcísio Maia (esse caso é emblemático por se tratar da irmã da governadora).

Enfim, não adianta aumentar impostos e ou cortar gastos se não tirarem de circulação o “esmeril da França” chamado corrupção.

*Usei o termo “esmeril da França” ao lembrar-me de minha mãe que durante a minha infância dizia que o meu irmão parecia um “esmeril da França” por comer tudo que aparecia pela frente.

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