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O banco BMG de besta não tem nada. A sua cúpula exigiu uma carta branca da Prefeitura de Mossoró para “explorar” o seu quadro de funcionários em troca de um patrocínio “mixaria” (talvez alto para a realidade local) para o Baraúnas.

Para que o tricolor mossoroense recebesse entre R$ 200 mil e R$ 300 mil, o BMG exigiu até que o Município criasse uma Lei permitindo que ele pudesse oferecer seus serviços de crédito (cartão, empréstimo, entre outros) aos funcionários municipais. Isso sem a Prefeitura de Mossoró levar um tostão.

Não custa citar que a Prefeitura de Mossoró “vendeu” a sua folha de pessoal por mais de R$ 7 milhões à Caixa Econômica Federal. A Procuradoria do Município informou que a lei proposta pelo BMG não era ilegal, mas atender aos anseios do banco mineiro seria, no mínimo, antipático com a Caixa, diante do volume de recursos que este dispôs ao Município.

Uma coisa é certa: o BMG não acredita que terá retorno investindo no Baraúnas, se acreditasse não faria tal exigência descabida.

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