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A crise econômica do Estado e Municípios não tem data para acabar. Na verdade, ela nunca acabará se o problema responsável por criar esse cenário não foi cessado. Podem até dizer que a crise é fruto da queda de arrecadação, da redução no repasse do FPE e FPM e, até mesmo, do aumento dos gastos públicos. Realmente, tudo isso corrobora, mas nada é mais falível para os cofres públicos do que a corrupção. A arrecadação pode aumentar aos montes e os gastos reduzidos ao mínimo, mas se a corrupção não for cessada, a conta nunca vai bater.

Podemos citar como exemplos de corrupção o superfaturamento dos serviços públicos, o pagamento de super salários injustificáveis e de servidores públicos que há tempos não aparecem no posto de trabalho nem para bater o ponto. Segundo um integrante do alto escalão do Governo do Estado, a folha de pagamento do Estado tem todo tipo de servidores fantasmas, os que moram aqui, fora do RN e, até mesmo, no exterior. Exemplos não faltam. Um médico que cumpre plantão no Hospital de Angicos cumprindo residência médica em São Paulo; a assistente social que recebe por plantão sem nunca ter “aparecido” no Tarcísio Maia (esse caso é emblemático por se tratar da irmã da governadora).

Enfim, não adianta aumentar impostos e ou cortar gastos se não tirarem de circulação o “esmeril da França” chamado corrupção.

*Usei o termo “esmeril da França” ao lembrar-me de minha mãe que durante a minha infância dizia que o meu irmão parecia um “esmeril da França” por comer tudo que aparecia pela frente.

corrupcao

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