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Motivo de muitos protestos e indignação momentânea, a contratação de funcionários fantasmas pela Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte (ALRN) foi liberada pelo Tribunal de Justiça potiguar.

Até o momento, o judiciário do estado rejeitou todos os processos contra funcionários fantasmas do legislativo estadual, incluindo até o caso em que o deputado estadual Getúlio Rêgo se declarou culpado e exonerou o funcionário que recebia salário da assembleia potiguar, mesmo morando em São Paulo/SP.

O caso do deputado é emblemático. Getúlio nomeou o filho de um médico que lhe prestava serviços com objetivos eleitorais. Para o Tribunal de Justiça, está tudo bem, não existe qualquer irregularidade nesse procedimento.

O judiciário também não viu ilegalidade na contratação de colunista social. Que recebia os salários da Assembleia, mas dava expediente até no exterior. Para o Tribunal de Justiça, nada há reclamar.

Enfim, o poder judiciário do RN tornou legal a figura do funcionário fantasma. Resta, agora, aos deputados discutirem apenas a cota de cada um. E pode ser no Plenário do legislativo, às portas abertas. Afinal, quem liga para o que a sociedade pensa.

 

 

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